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As baratas podem ocasionar os seguintes problemas: atuar como vetores mecânicos (vírus, fungos, bactérias e protozoários) e biológicos (ser hospedeiro intermediário de vermes); reações alérgicas (contato com as fezes e exúvias); inutilizar alimentos (deixam odor repugnante); roer/sujar roupas e livros; ser uma praga agrícola de relativa importância (roer raízes e atacar produtos armazenados); e psicológicos, por causarem sensação de asco e medo.
Apesar deste lado negativo, as baratas para muitos povos, actualmente e no passado, têm um lugar de destaque no folclore, encontrando se relatos em modinhas, superstições, jogos infantis, medicina popular, provérbios, adivinhações, ditados e na alimentação.
Na medicina popular existem vários relatos de algumas espécies, principalmente Blatta orientalis, em serem usadas para curar várias doenças, como por exemplo: alcoolismo, asma, bronquite, cólicas intestinais, dores de cabeça e ouvido, furúnculos, gripe, entre outras.
Alguns pesquisadores, em sua maioria russos e alemães, nos séculos 19 e 20 (a primeira metade) fizeram vários estudos para comprovar o efeito terapêutico das baratas, e em muitos casos havia.
Na alimentação humana, para muitos povos orientais as baratas fazem parte de sua dieta, sendo comidas cruas ou cozidas.
No Brasil, os índios Chocleng (Santa Catarina) apreciavam as baratas.
Devido ao crescimento desordenado das grandes cidades, falta de saneamento básico, falta de programas de conscientização a população e demais problemas que afetam as grandes metrópoles, vivemos hoje em convívio permanente com as pragas urbanas.
Existem cerca de 2.200 diferentes espécies e subespécies distribuídas por todo planeta (exceto Antártida). As principais espécies conhecidas no meio urbano são: a pulga de origem canina, pulga de origem felina.
Apesar de serem pragas que não transmitem doenças, provocam muitos estragos. Há mais de duas mil espécies de cupins no mundo, sendo que grande parte é benéfica ao homem, pois ajudam a oxigenar a terra e a deixar o solo fértil.
Atualmente são conhecidas cerca de 1.400 espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo com a exceção da Antártida. No Brasil as espécies mais importantes conhecidas são Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e Tityus bahiensis (escorpião preto).
Embora pareça história de ficção, na prática é travada uma verdadeira guerra contra os ratos. As ratazanas (Rattus norvegicus), ratos de forro (Rattus rattus) e camundongos (Mus muscullus) são animais inteligentes dotados de várias habilidades
As aranhas são o maior grupo dos aracnídeos, grupo que também compreende os ácaros, carrapatos e escorpiões. Existem aproximadamente 35.000 espécies de aranhas no mundo.
Em todo o mundo existem aproximadamente 3.500 espécies de baratas, das quais apenas 1% é doméstica. Nos centros urbanos, há duas espécies que se sobressaem devido à resistência as mudanças de temperatura.
Tal como todas as aves, os pombos nascem de ovos, que são nidificados pelo macho e pela fêmea. Como sinal de acasalmento, os pombos bicam-se mutuamente.
As formigas são insetos sociais que vivem juntos em colônias. Pertencem à ordem Hymenoptera, mesmo grupo em que se encontram as vespas e abelhas. No entanto todas as formigas estão agrupadas em uma única família, a família Formicida.
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