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O ferrão do escorpião (chamado de telson), além de servir para agarrar a presa, se defender, e no acasalamento, inocula na presa um veneno.
Este veneno contém uma série de substâncias cuja composição química não está bem definida, porém contém neurotoxinas, histaminas, seratonina, enzimas, inibidores de enzimas, e outras.
Parece, segundo os pesquisadores, que as neurotoxinas agem sobre as células nervosas da presa, com uma certa especificidade, dependendo do tipo de animal.
É interessante saber que a toxicidade do veneno de um escorpião pode ser comparada com o tamanho de seus pedipalpos (o equivalente ao braço humano do escorpião); quanto mais robustos os pedipalpos, menos o escorpião utiliza-se do veneno para com suas presas e quanto menores eles forem, mais o veneno do escorpião pode ser letal às suas presas.
O veneno de escorpiões do tipo Tityus serrulatus, que parece ser o veneno mais tóxico de todos os escorpiões da América do Sul, age sobre o sistema nervoso periférico dos humanos, causando dor, pontadas, aumentando a pulsação cardíaca e diminuindo a temperatura corporal.
Estes sintomas, devido ao seu peso corporal, são mais acentuados em crianças, e devido às condições físicas, aos idosos. Todos os escorpiões são venenosos, porém apenas 25 espécies podem ser mortais aos humanos. Sua ferroada assemelha-se em grau de toxicidade da ferroada de uma abelha.
Devido ao crescimento desordenado das grandes cidades, falta de saneamento básico, falta de programas de conscientização a população e demais problemas que afetam as grandes metrópoles, vivemos hoje em convívio permanente com as pragas urbanas.
Existem cerca de 2.200 diferentes espécies e subespécies distribuídas por todo planeta (exceto Antártida). As principais espécies conhecidas no meio urbano são: a pulga de origem canina, pulga de origem felina.
Apesar de serem pragas que não transmitem doenças, provocam muitos estragos. Há mais de duas mil espécies de cupins no mundo, sendo que grande parte é benéfica ao homem, pois ajudam a oxigenar a terra e a deixar o solo fértil.
Atualmente são conhecidas cerca de 1.400 espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo com a exceção da Antártida. No Brasil as espécies mais importantes conhecidas são Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e Tityus bahiensis (escorpião preto).
Embora pareça história de ficção, na prática é travada uma verdadeira guerra contra os ratos. As ratazanas (Rattus norvegicus), ratos de forro (Rattus rattus) e camundongos (Mus muscullus) são animais inteligentes dotados de várias habilidades
As aranhas são o maior grupo dos aracnídeos, grupo que também compreende os ácaros, carrapatos e escorpiões. Existem aproximadamente 35.000 espécies de aranhas no mundo.
Em todo o mundo existem aproximadamente 3.500 espécies de baratas, das quais apenas 1% é doméstica. Nos centros urbanos, há duas espécies que se sobressaem devido à resistência as mudanças de temperatura.
Tal como todas as aves, os pombos nascem de ovos, que são nidificados pelo macho e pela fêmea. Como sinal de acasalmento, os pombos bicam-se mutuamente.
As formigas são insetos sociais que vivem juntos em colônias. Pertencem à ordem Hymenoptera, mesmo grupo em que se encontram as vespas e abelhas. No entanto todas as formigas estão agrupadas em uma única família, a família Formicida.
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